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F1

Verstappen renova até 2030, Hadjar quebra o pulso e Lawson volta: o dia de altos e baixos de Mekies

Chefe da Red Bull celebra contrato de Max, minimiza lesão de Hadjar e devolve Lawson ao time principal — com direito a uma lição sobre honestidade brutal.

Por Bruno Bandeira

Foto: Formula1.com / Foto original da matéria-fonte

O GP da Holanda mal começou e a Red Bull já deu o que falar. Laurent Mekies, chefão da equipe de Milton Keynes, desembarcou em Zandvoort com duas novidades quentes: a renovação de Max Verstappen até pelo menos 2030 e a confirmação de que Isack Hadjar ficará de fora deste fim de semana. Ah, e Liam Lawson, o queridinho do sobe-e-desce, está de volta ao time principal. Se você perdeu algo, respira: a gente explica.

A notícia que mais deve ter animado os corações em Milton Keynes é a permanência do tetracampeão Verstappen. Mekies, que não escondeu a empolgação, classificou o acordo como ‘fenomenal’ — não só para a Red Bull, mas para a F1 e o automobilismo em geral. ‘O melhor piloto do grid decidiu se comprometer por mais quatro anos e meio’, disse o chefe, lembrando que agora a responsabilidade é da equipe em entregar um carro à altura. E olha que ele não poupou elogios: para Mekies, ter Max garantido é um sinal de confiança no projeto, e um alívio e tanto depois de um começo de 2026 complicado com os novos regulamentos.

Enquanto Verstappen renova, Hadjar se recupera. O jovem francês sofreu uma lesão no pulso durante os treinamentos de verão e vai perder a corrida em Zandvoort. Mekies garantiu que o piloto está bem e deve chegar ao circuito nesta sexta, mas a equipe prefere não arriscar: ‘Ele vem mais forte a cada sessão, então deixamos ele se recuperar neste fim de semana’. Sábio, né? Afinal, ninguém quer ver o talento no estaleiro por mais tempo do que o necessário.

E é aí que entra Lawson, o eterno reserva que virou titular de novo. O neozelandês, que estreou em Zandvoort em 2023, teve uma passagem relâmpago pela Red Bull no ano passado — dois fins de semana, para ser exato — antes de ser mandado de volta para a Racing Bulls. Agora, com Hadjar lesionado, ele ganha outra chance. Mekies acha justo: ‘Ele reconstruiu a carreira e mostrou consistência com as duas gerações de carro. Merece essa oportunidade’. Enquanto isso, Yuki Tsunoda, o reserva de 2026, vai ocupar o lugar de Lawson na Racing Bulls ao lado do novato Arvid Lindblad. Ou seja, é um vai-e-vem que até o mais experiente estrategista teria dificuldade em acompanhar.

Por fim, Mekies deixou claro que a relação com Verstappen é baseada em honestidade brutal. ‘Temos apenas uma missão: vencer. Quando não vencemos, a frustração aparece, mas é isso que nos move’, filosofou. Com a renovação garantida, agora o trabalho é transformar essa confiança em resultados na pista. Resta saber se o carro de 2026 vai cooperar — ou se teremos mais uma temporada de coração na mão para os fãs da equipe austríaca.

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