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F1

Steiner acha pouco: Sainz deveria ter levado punição mais dura na Hungria

Ex-chefe da Haas solta o verbo sobre o toque entre Sainz e Piastri no Hungaroring

Por Bruno Bandeira

Guenther Steiner, que dispensa apresentações e, principalmente, papas na língua, voltou a opinar sobre a F1 com a mesma intensidade de quem dirige um pit stop em dia de caos. Desta vez, o ex-chefe da Haas resolveu analisar o acidente entre Carlos Sainz e Oscar Piastri no GP da Hungria e, surpresa, não poupou críticas: para ele, a punição dada ao espanhol foi mais leve que asas de asa-delta.

O episódio aconteceu quando Sainz, uma volta atrás, simplesmente ignorou a presença de Piastri na pista. O piloto da McLaren, que tinha acabado de sair dos boxes na liderança, foi obrigado a desviar do carro da Ferrari — e o toque acabou acontecendo. Detalhe: o inglês (ou melhor, o australiano) não perdeu a posição, mas a cena deixou Steiner com a pulga atrás da orelha.

Na visão do ex-chefão, a punição aplicada a Sainz deveria ter sido bem mais severa. Steiner, que ganhou status de celebridade com seus comentários afiados no reality da Netflix, parece não ter abandonado o hábito de julgar cada movimento dos pilotos com lupa e uma boa dose de sarcasmo. Sorte do espanhol que ele não tem mais poder de decisão — senão, além da pena, teria levado um sermão digno de rádio de equipe nos anos 1990.

No fim das contas, o que fica é a certeza de que Steiner segue sendo aquela figura que adora apontar o dedo — mas, convenhamos, na F1 sempre tem quem concorde com ele. Se a punição deveria ser mais dura ou não, é discussão para os comissários. Já para nós, meros mortais, fica o entretenimento de ver o ex-chefe da Haas mandando ver como se ainda estivesse no comando do pit wall.

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