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Rosenqvist tem seis corridas para fazer da despedida na Meyer Shank uma obra-prima

Piloto busca superar o sexto lugar do ano passado e cravar o melhor campeonato da carreira antes de retornar à Arrow McLaren.

Por Bruno Bandeira

Felix Rosenqvist tem seis corridas pela frente para fazer o que muitos considerariam um milagre: deixar a Meyer Shank Racing na mesma temporada em que conquista seu melhor resultado na IndyCar. Depois de um sólido sexto lugar no ano passado, o piloto do carro nº 60 está a poucas etapas de transformar 2024 em um ano para contar para os netos — antes de arrumar as malas e voltar para a Arrow McLaren.

Se a vida tem dessas ironias, no automobilismo também. Rosenqvist vive uma espécie de ‘despedida premiada’: quanto melhor ele for nos próximos seis rounds, mais doce será o adeus à equipe que o acolheu e mais doída será a falta que fará. Mas, convenhamos, presentear a equipe com um resultado histórico na despedida é digno de um roteiro de cinema — ou de um contrato bem redigido.

Agora, o piloto precisa transformar esse potencial em pontos. Com seis corridas no calendário, a matemática é simples: cada posição conta, e a consistência será a chave para superar a marca pessoal. Para a Meyer Shank, é a chance de encerrar uma era com o gostinho de ‘missão cumprida’. E para a Arrow McLaren, que o espera de braços abertos, fica a torcida para que o Rosenqvist que chegue em 2025 seja exatamente o mesmo que está voando em 2024.

Resta saber se o bom momento vai resistir à pressão da despedida. Afinal, não é todo dia que se corre por um lugar na história com um pé na porta e o outro no acelerador. Se depender do talento de Rosenqvist, a Meyer Shank pode ganhar um presente de despedida inesquecível.

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