Pérez confessa: ‘Duvidei se voltaria à F1’, mas Cadillac o tirou da aposentadoria precoce
Após um ano no ostracismo, mexicano abre o jogo sobre as inseguranças e garante que talento supera até carro ruim.
Sergio Pérez é daquelas pessoas que, mesmo quando estão quietas, aprontam. Depois de ser dispensado pela Red Bull no fim de 2024, o mexicano passou um ano inteiro sem volante na F1 — tempo suficiente para aprender a tricotar, meditar ou, quem sabe, repensar a carreira. E ele admite: hesitou antes de assinar com a Cadillac.
Em declarações recentes, Pérez revelou que teve dúvidas se deveria mesmo voltar à categoria máxima do automobilismo. Nada mais natural para quem levou um ‘pé na bunda’ de uma das equipes mais dominantes da história. Mas a Cadillac, estreante na F1, bateu na porta do mexicano — e ele resolveu que ainda não é hora de pendurar o capacete.
O melhor de tudo é a confiança de Pérez ao afirmar que já provou seu valor até em máquinas pouco competitivas. Com seis vitórias na carreira, o mexicano não precisa se justificar, mas claramente gosta de um desafio.
O acordo com a Cadillac tem essa cara de recomeço cinematográfico: o piloto experiente que caiu, mas se reergue. Resta saber se a nova equipe vai dar a ele um carro à altura ou se ele vai precisar provar mais uma vez que talento supera engenharia. De qualquer forma, 2026 promete ser um ano de respostas — e de sorrisos, tanto de Pérez quanto dos fãs que torcem para vê-lo novamente na pista.