NASCAR ressuscita o Chase e promete bagunçar a pontuação no sprint final
Os 16 primeiros terão pontos redefinidos após a 26ª corrida, com o líder largando de 2100 e os demais em escala decrescente de tirar o sono
A temporada regular da NASCAR Cup Series está chegando ao fim, e a organização resolveu trazer de volta o Chase, aquele formato de playoffs que não dava as caras desde 2013. Sim, depois de anos, o campeonato volta a ter uma fase eliminatória, e a promessa é de emoção até o fim.
A ideia é tão simples quanto cruel: após a 26ª corrida, os pontos dos 16 classificados serão redefinidos de acordo com a posição na tabela. O líder começa a reta final de dez corridas com 2100 pontos, o segundo com 2075, o terceiro com um número que a fonte não revelou (talvez para manter o suspense) e assim por diante, em uma escadinha que vai deixando os concorrentes mais pobres em pontos a cada posição.
Na prática, isso significa que um piloto pode ter passado a temporada inteira voando baixo, mas se chegar em 16º na hora do corte, vai precisar de uma remontada digna de filme da Sessão da Tarde para levar o título. É a NASCAR dizendo: ’esqueçam tudo o que vocês fizeram até aqui, mas não esqueçam completamente, porque ainda vale alguma coisa, só não sabemos exatamente o quê'.
Com apenas um mês de corridas restantes antes do caos, a briga para entrar no top 16 promete ser mais acirrada do que discussão de família em jantar de Natal. Preparem as calculadoras, ajustem os palpites e apertem os cintos: o Chase voltou, e a matemática vai ser tão importante quanto o pé no acelerador.