Mekies aposta em Hadjar para aposentar a 'maldição' do segundo carro da Red Bull
Chefe de equipe vê no novato a solução para um problema que já levou Perez e Lawson ao olho do furacão
Se há algo mais concorrido na F1 do que o título, é o cockpit ao lado de Max Verstappen na Red Bull. Mas, segundo Laurent Mekies, chefe de equipe da Red Bull, a novela pode ter ganho um capítulo final definitivo. Com as performances e resultados de Isack Hadjar, Mekies acredita que a equipe finalmente está corrigindo uma fraqueza antiga: o segundo carro.
O histórico recente da vaga é uma verdadeira montanha-russa — e não daquelas divertidas. Sergio Perez e Liam Lawson são os nomes mais recentes a passar por essa cadeira, em um período de alta rotatividade. Nesse cenário, a promoção de Hadjar depois de apenas uma temporada na Racing Bulls é praticamente uma declaração de que o futuro chegou mais cedo.
Mekies, que já viu de perto os bastidores desse enredo, enxerga nos resultados de Hadjar os sinais de que a Red Bull aprendeu com o passado. Afinal, se as soluções anteriores não deram certo, quem sabe a nova aposta vem com manual de instruções? A aposta é alta, mas a esperança é maior.
Resta saber se Hadjar vai confirmar a confiança depositada nele ou se vai entrar para a lista de nomes que tentaram e… bem, seguiram outros caminhos. Por enquanto, o novato carrega a missão de provar que, na Red Bull, o segundo carro também pode ser sinônimo de vitória — e não de dor de cabeça.
Se a tendência se confirma, talvez a Red Bull finalmente tenha encontrado o santo remédio para a ‘maldição’ do segundo carro. E se não, bem, sempre há o mercado de pilotos — que já virou uma atração à parte na F1.