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NASCAR

Hamlin e Briscoe começam Iowa com ‘pé de chumbo’ no lugar errado: problemas de pressão de freio assombram a JGR

Em Iowa, a dupla da Joe Gibbs Racing descobriu que o único ‘freio’ que funcionava era o humor da equipe — porque na pista, a pressão estava longe do ideal.

Por Bruno Bandeira

Sábado em Iowa Speedway começou com um déjà vu para a Joe Gibbs Racing: assim que Denny Hamlin colocou o carro na pista, o problema apareceu — e não era daqueles que se resolve com uma calibrada no volante. A falta de pressão de freio, consistente e confiável, foi detectada já nos primeiros metros, fazendo o chefe de equipe Chris Gayle suar frio ao pensar que a corrida poderia terminar antes mesmo de começar.

Se Hamlin estava com o pé no freio e nada acontecia, o companheiro Chase Briscoe resolveu fazer companhia. O carro de Briscoe começou a apresentar sintomas parecidos, transformando o pit da JGR em um consultório de ortopedia automotiva, onde todos tentavam diagnosticar por que os carros estavam mais interessados em andar do que em parar.

A ironia não passou despercebida: em um esporte onde velocidade é tudo, a equipe passou o início do dia implorando por mais resistência nos freios. Como disse um engenheiro (que pediu para não ser identificado, provavelmente com medo de levar mais uma bronca): ‘Na vida, freio é item de segurança; na NASCAR, é opcional até o momento em que você precisa dele.’

Ainda não se sabe a causa exata nem a extensão do estrago — se é um problema hidráulico, eletrônico ou uma conspiração do asfalto de Iowa. O que se sabe é que, no sábado, Hamlin e Briscoe aprenderam na prática que confiança é bom, mas pastilha de freio é melhor. Resta saber se a equipe vai resolver antes da bandeira verde ou se os pilotos vão precisar usar a técnica antiga de ‘frear com o pé esquerdo torcendo para funcionar’.

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