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F1

George Russell: o assento de Hamilton que deixou marcas para sempre

Piloto revela que ainda tem cicatrizes nos quadris de quando substituiu o heptacampeão no GP de Sakhir.

Por Bruno Bandeira

George Russell, hoje piloto da Mercedes, revelou que ainda carrega cicatrizes nos quadris da época em que precisou se espremer no assento de Lewis Hamilton. A ocasião foi o GP de Sakhir de 2020, quando ele foi chamado para substituir o heptacampeão, que havia testado positivo para a COVID-19.

Naquele fim de semana, Russell ainda era piloto da Williams. Só que o assento, moldado sob medida para o corpo de Hamilton, não foi exatamente acolhedor. O britânico teve que se encaixar num cockpit feito para outro biótipo — e o resultado, segundo ele mesmo, deixou marcas físicas que perduram até hoje.

Quem disse que banco de F1 é estofado? A dedicação ao ofício vai além, e Russell agora tem lembranças (e cicatrizes) para contar. Pelo menos serviu para mostrar que até os maiores precisam de um ajuste fino — e que o cockpit do heptacampeão é um clube extremamente exclusivo.

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