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Kart

Com muito F.A.R.T., kartismo redescobre o verdadeiro sentido da palavra ‘diversão’

Iniciativa quer provar que no kart também há espaço para risadas, novos amigos e aquele jantar regado a histórias e drinks.

Por Bruno Bandeira

Se você acha que automobilismo é só coisa séria, aperte o cinto: o kartismo está resgatando o motivo pelo qual todo mundo calçou um capacete um dia — diversão. E quem lidera essa cruzada atende pela sigla F.A.R.T. Sim, essa mesmo. Antes que você ria, saiba que a ideia é exatamente essa: provar que dá para ser competitivo sem deixar de ser gente boa.

Segundo os entusiastas, o que move a comunidade kartista é a emoção de estar na pista, somada à alegria de conhecer gente nova e, claro, aquele jantar com direito a drinks e conversas jogadas fora depois da corrida. Ou seja: a verdadeira família do kart não vive só de telemetria e setup milimétrico.

Em tempos de análise de dados e engenharia obcecada por décimos, o F.A.R.T. aparece como um lembrete de que o esporte também é confraternização. A iniciativa quer trazer de volta a camaradagem que, em alguns níveis, ficou escondida atrás de gráficos e planilhas. E convenhamos: se você não consegue falar a sigla sem sorrir, já entendeu o espírito.

Ninguém está dizendo para ignorar a performance — há espaço para os dois lados. Mas, como o próprio nome sugere, se a competição vira um fim em si mesma, talvez seja hora de repensar as prioridades. Afinal, no fim do dia, as lembranças mais marcantes não são as voltas rápidas, e sim as risadas entre uma bateria e outra.

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