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NASCAR

69 vitórias e uma despedida cruel: a NASCAR chora Kyle Busch

Lenda dos caminhões vence sua 69ª corrida e morre dias depois, vítima de pneumonia e sepse; ele disputaria a Coca-Cola 600

Por Bruno Bandeira

A NASCAR ainda está de luto pela morte súbita de Kyle Busch, ocorrida no início deste ano. O lendário piloto, que havia vencido sua 69ª corrida na Craftsman Truck Series poucos dias antes, estava escalado para disputar a Coca-Cola 600 em Charlotte quando foi surpreendido por uma pneumonia severa. A doença evoluiu para sepse, levando a complicações rápidas e avassaladoras, conforme informações divulgadas.

A vitória na Truck Series – a 69ª da carreira na categoria – acabou se tornando seu último ato nas pistas, uma despedida que ninguém imaginava. Aos que gostam de simbolismos, o número 69 pode até render uma piada pronta, mas a realidade não teve graça nenhuma. Busch, uma lenda do automobilismo, deixou os fãs e a NASCAR em choque com a rapidez de sua partida.

O piloto, que também brilhava na Cup Series, tinha a Coca-Cola 600 pela frente, uma das provas mais tradicionais do calendário. Mas o destino, cruel como uma bandeira vermelha no momento mais inesperado, decidiu encerrar sua corrida antes da hora. Seu nome permanece gravado na história do esporte, não apenas pela quantidade de troféus, mas pela forma como encarava cada volta como se fosse a última.

Enquanto a NASCAR segue sua temporada, a ausência de Busch será sentida em cada curva. A notícia de sua morte serve como um lembrete de que, nas pistas da vida, não existe volta de segurança. Fica o legado de um gigante que, mesmo sem querer, deu a largada para uma despedida inesquecível.

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