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F1

Russell compara vazamento a pistola de água nos pneus e lamenta classificação difícil

Piloto da Mercedes compara vazamento a brinquedo e admite que final de semana foi difícil; mas esperança na corrida.

Por Bruno Bandeira

Foto: Formula1.com / Foto original da matéria-fonte

George Russell adicionou mais um capítulo à sua coleção de problemas de confiabilidade na Mercedes. No Q3 do GP da Hungria, o britânico teve que abandonar o carro após instrução da equipe, mas o motivo foi digno de um parque infantil: um vazamento de água que, segundo ele, parecia ‘uma pistola de água sendo esguichada nos pneus’. Não, não era para refrescar a borracha — e, claro, não ajudou na aderência.

O problema, embora pitoresco, não mudou muito o resultado: Russell já estava na sétima posição, sua melhor volta tendo sido prejudicada pelo giro de Max Verstappen. A verdade é que a Mercedes simplesmente não teve ritmo de classificação em Hungaroring, um circuito onde ultrapassar é quase tão difícil quanto explicar para a torcida por que o carro parece uma chaleira andando. ‘Minha última volta foi um lixo’, resumiu Russell, com a franqueza de quem já passou por piores percalços nesta temporada.

Aliás, a lista já inclui um problema de software que custou potência em Spa — descoberto e corrigido antes deste fim de semana. Russell, que ainda briga pelo título naquela que chama de ‘a batalha mais difícil psicologicamente’, tenta ver o lado bom: o ritmo de corrida da Mercedes foi o melhor nos treinos de sexta-feira. ‘Talvez tenhamos priorizado o acerto para a corrida e isso explique a falta de temperatura nos pneus no quali’, especulou.

A esperança é que, no domingo, a ‘pistola de água’ seja esquecida e o carro mostre sua verdadeira força. Afinal, neste esporte, um pouco de humor não faz mal — desde que o motor não esteja bebendo mais do que deveria.

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