IndyCar quer tirar o passaporte do bolso e voltar a correr pelo mundo
Com Penske e Fox de malas prontas, categoria americana planeja retorno às pistas internacionais — e não, não é só para turismo.
A IndyCar está de olho no mundo. Literalmente. Depois de anos basicamente dando voltas nos Estados Unidos (com uma escapadinha ou outra para o Canadá), a categoria comandada por Roger Penske e agora com a parceria da Fox Corporation está avaliando a possibilidade de retornar às competições internacionais. A informação, divulgada recentemente, indica que o retorno está nos planos para os próximos anos.
Se você achava que a IndyCar já era global só por ter pilotos de todo canto, prepare-se: agora a brincadeira pode ficar a sério. A parceria com a Fox, conhecida por não medir esforços para fazer barulho, pode dar o empurrão que faltava para levar os bólidos a pistas além-fronteiras. O que não falta é vontade — e, aparentemente, grana — para tentar algo que não se via desde os tempos das corridas no Japão ou na Austrália.
Claro, ninguém está revelando detalhes de calendário ou destinos (Mônaco? Interlagos? Silverstone? Calma, calma…). Mas a simples menção de que a IndyCar pode voltar a ser uma série verdadeiramente internacional já é o suficiente para aquecer os corações dos fãs que sentem falta de ver os carros cantando em outros fusos horários. Enquanto isso, a gente espera sentado e torce para que o plano não fique só na intenção — porque filme de viagem sem sair do lugar é entediante.