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F1

George Russell vê o copo meio cheio após primeiro semestre 'meio vazio' da Mercedes

Britânico garante que sétimo lugar na Hungria é motivo de comemoração — e que o otimismo é obrigatório antes das férias

Por Bruno Bandeira

Se a primeira metade da temporada 2026 da Fórmula 1 fosse um copo, George Russell insistiria que ele está meio cheio — mesmo que o conteúdo seja um pouco amargo. Após um sétimo lugar no GP da Hungria, o piloto da Mercedes declarou que vai focar nos aspectos positivos enquanto a F1 entra em sua pausa de verão obrigatória.

‘Sétimo lugar? Para alguns é esquecível, para a Mercedes é progresso’, parece pensar Russell, que encerrou os primeiros 11 GPs com um resultado que, convenhamos, não vai gerar muitos memes de comemoração. Mas o britânico, conhecido por seu otimismo inabalável, já está treinando o olhar para enxergar o lado bom: pelo menos o carro não quebrou, certo?

Enquanto a equipe de Brackley tenta entender se o problema é o conceito do carro ou apenas a fase da lua, Russell aproveita o recesso forçado para recarregar as baterias — e talvez encontrar aquele ‘algo a mais’ que falta para transformar sétimos lugares em pódios. A declaração soa como um mantra para evitar que o moral afunde junto com as expectativas. Afinal, se tem uma coisa que a Mercedes aprendeu nos últimos anos é que, em meio ao caos, manter o copo meio cheio é questão de sobrevivência.

O campeonato retorna em Zandvoort, e a pergunta que não quer calar: será que Russell conseguirá manter esse otimismo até lá, ou o copo vai transbordar de frustração? Por enquanto, ele escolhe acreditar que o melhor está por vir — mesmo que os números digam o contrário.

George RussellMercedes2026 F1GP da Hungria

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