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F1

George Russell: nova fronteira? Mais parece um muro de concreto na reta

Karun Chandhok sugere que o ex-companheiro de equipe precisa de respostas técnicas, não de encontros com Lewis Hamilton.

Por Bruno Bandeira

Se você achava que a única novidade para George Russell seria aprender a lidar com a pressão, pense de novo. O britânico agora explora um território inédito: a falta de velocidade em linha reta. E não, não é um novo single de Taylor Swift – é o déficit de velocidade em linha reta que fez o carro prateado parecer uma carroça em Spa.

Segundo o ex-piloto e comentarista Karun Chandhok, Russell está em ’novo território’ e precisa cobrar respostas dos engenheiros. Porque, convenhamos, ser ultrapassado na reta de Kemmel por um trator agrícola não é exatamente o que a Mercedes prometeu no contrato. O fim de semana belga terminou na segunda volta, depois de um toque com o velho amigo Lewis Hamilton. Amizade? Isso é para depois da linha de chegada.

Chandhok, que sabe bem como é ser ultrapassado, aconselhou Russell a exigir respostas dos engenheiros, e não colisões. ‘Ele precisa de respostas, não de colisões’, disse o indiano, com a sabedoria de quem já viu muitos pilotos baterem a cabeça contra o muro – literal e metaforicamente. Resta saber se a Mercedes vai entregar as respostas ou mais um fim de semana de ’experimentos’.

Enquanto isso, Russell pode aproveitar o tempo extra para estudar mapas de fluxo de ar. Quem sabe assim a próxima ’nova fronteira’ não seja uma zona de DRS que realmente funcione?

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