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F1

Edd Straw surpreende: Norris, Verstappen e Piastri no topo do ranking da Hungria 2026

O editor da The Race coloca Norris, Verstappen e Piastri entre os primeiros, mesmo com abandono de Piastri. E dois overachievers do meio do pelotão vão parar no fim da lista.

Por Bruno Bandeira

Foto: The Race / Foto original da matéria-fonte

Edd Straw, o chefão das notas da The Race, soltou seu ranking de pilotos para o GP da Hungria de 2026 – e, como de costume, a lista parece ter saído de um universo paralelo onde classificação e resultado vivem um casamento aberto. Lando Norris, vencedor da corrida, está entre os primeiros, mas a grande surpresa é Oscar Piastri também no topo, mesmo tendo batido com Carlos Sainz e abandonado. É aquele tipo de ranking que faz você pensar: ‘será que ele assistiu à mesma corrida que eu?’

Norris, que largou na pole e venceu, levou elogios pela velocidade ‘impressionante’ e por ter colocado a McLaren à frente de duas Ferraris em classificação complicada. Mas Straw faz questão de lembrar que Lando perdeu a liderança na largada, rodou na curva 4 e precisou de uma colisão alheia para reassumir a ponta. Ou seja: venceu, mas deixou a barba por fazer. Já Max Verstappen, também no topo, é descrito como o cara que ‘arrastou a Red Bull para um resultado melhor do que ela merecia’. O destaque foi a ultrapassagem em Lewis Hamilton, considerada ‘a manobra do ano’. O único senão: um pião no Q3 que, convenhamos, não manchou a fama do holandês voador.

Oscar Piastri, outro nome no topo – sim, mesmo com DNF –, recebeu a alcunha de ‘mágico’ por ter se colocado em posição de vitória enquanto lutava contra o carro. Straw argumenta que o déficit de ritmo para Norris foi parcialmente culpa de ter pulado o TL1 e recebido o assoalho novo só no sábado. E ainda assim, Piastri liderou até o toque com Sainz, que Straw considera inocente. É aquele tipo de análise que faz você querer dar um Troféu de Consolação para o australiano.

No outro extremo, dois overachievers do meio do pelotão foram parar no fundo do poço: Pierre Gasly e Nico Hulkenberg. Gasly, 12º no grid e na corrida, foi elogiado por extrair o máximo da Alpine, mas o carro não deixou ele dirigir ‘naturalmente’. Já Hulk, 9º colocado, deixou ‘uns décimos na mesa’ no Q3 e não conseguiu passar Liam Lawson. O resumo? A Audi e a Alpine são lentas, mas os pilotos não fizeram milagres. E Fernando Alonso? Bem, o texto original cortou antes de terminar a análise do espanhol, mas sabemos que ele largou em 16º e terminou em 14º, o que provavelmente não o colocou no pódio do ranking.

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