Aston Martin e o 'novo começo' de Fernando Alonso: Será que agora vai?
Após estreia dos upgrades na Hungria, Alonso e Stroll veem luz no fim do túnel — ou pelo menos um pouco mais de competitividade.

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A Aston Martin finalmente colocou as mãos no pacote de atualizações da AMR26, e o resultado, no GP da Hungria, foi o mais próximo de ‘competitivo’ que a equipe chegou em 2026. Fernando Alonso, que pela primeira vez na temporada alcançou o Q3, classificou o desempenho como um ‘novo começo de campeonato’. Quem diria que um 14º lugar poderia soar tão esperançoso?
‘Foi bom sentir novamente a competitividade’, disse Alonso, com a cara mais séria do paddock. ‘No início, conseguimos acompanhar o meio do pelotão.’ Traduzindo: não estávamos andando de lado, o que já é um progresso. Seu companheiro Lance Stroll, que cruzou a linha em 13º (seu melhor resultado na temporada!), complementou: ‘Estivemos na briga com o pelotão intermediário pela primeira vez no ano. É um grande passo.’ Grande passo? O Canadense não exagerou: sair do fundo do grid para a antepenúltima posição é, de fato, uma revolução para os padrões atuais da equipe.
Agora, a Aston Martin promete mais novidades para a segunda metade da temporada, incluindo uma unidade de potência atualizada em Zandvoort. Alonso já sonha com mais velocidade de reta: ‘Precisamos dessa potência extra para ficar na briga.’ Enquanto isso, a torcida verde espera que esse ‘novo começo’ não termine com o mesmo velho fim — afinal, otimismo em agosto é combustível tão renovável quanto a gasolina, mas dura até o primeiro fim de semana de corrida.